Cadastro Municipal de Informações vai facilitar consultas dos contribuintes de Nova Iguaçu
Os contribuintes de Nova Iguaçu terão, em breve, uma nova forma de consultar débitos junto ao município. Já está em fase de testes o Cadastro Municipal de Informações (CADIN), uma ferramenta que permitirá ao munícipe verificar, através do CPF, se ele está ou não inscrito em dívida ativa. O Portal do CADIN deverá estar disponível no site da prefeitura (www.novaiguacu.rj.gov.br) dentro de um mês.
O acesso virtual permitirá ao contribuinte conferir apenas em qual o tipo de dívida ele está inscrito. Para saber detalhes, suas informações e guias devem ser obtidas no site da prefeitura, através do link ‘Portal da Dívida Ativa’, pelo e-mail dividaativapgm@novaiguacu.rj.gov.br ou diretamente na sede da Procuradoria-Geral do Município (Rua Athaíde Pimenta de Moraes 335, Centro).
“Caso o contribuinte esteja inscrito no CADIN, ele ficará impedido de obter uma série de serviços do município, como licença para abertura de estabelecimento e inscrições em programas da prefeitura. Esta ferramenta será fundamental para que ele possa consultar sua situação de forma simples e rápida”, explica o procurador-geral Rafael Alves de Oliveira.
O procurador-coordenador Sérgio dos Santos Barros, do Departamento da Dívida Ativa, conta que muitos contribuintes desconhecem a existência de suas dívidas e cita como exemplo aqueles que mudam de residência, mas não atualizam o cadastro. “A notificação feita por nós acaba chegando em um endereço onde a pessoa já não está mais. Tem casos em que o munícipe só descobre que está inscrito em dívida ativa quando vai adquirir algum bem, como um imóvel”, disse.
Campanha da Dívida Ativa continua
A Prefeitura de Nova Iguaçu, por meio da Procuradoria Geral do Município (PGM), segue com campanha de cobrança extrajudicial dos créditos municipais do ano de 2018. Nesta primeira etapa a PGM está enviando notificações aos inadimplentes da dívida ativa, informando a data de vencimento, e também realizando o protesto das certidões daqueles que descumprirem o prazo. Aquele que for protestado e não quitar as pendências sofrerá execução fiscal. A previsão é de que esta segunda etapa deva ser iniciada a partir de setembro.
“O ajuizamento aumenta a dívida entre 3% a 4% por conta das custas judiciais. Além disso, o contribuinte poderá sofrer bloqueio de conta corrente e de bens em geral”, alerta o procurador-geral Rafael Alves de Oliveira.
De acordo com o último balanço, o total da dívida aditiva do município é de cerca de R$ 2 bilhões.