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26/11/2013 - Autor: ASSESSORIA DE IMPRENSA / Foto: Alziro Xavier

A noite desta segunda-feira (25/11) entrou para a história da cidade. Nem mesmo a chuva, que não deu trégua o dia todo, ofuscou o brilho que a reabertura da Casa da Cultura trouxe de volta para a Baixada Fluminense. Artistas de vários segmentos, além de empresários, personalidades, políticos do Estado e de todo o secretariado de Nova Iguaçu prestigiaram a reabertura do espaço, promovido através da Secretaria de Cultura e da Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu (Fenig).

O prefeito Nelson Bornier, a vice-prefeita Dani Nicolasina, o presidente da Fenig, Marcos Ribeiro, e o secretário de Cultura Wagner D’Almeida recepcionaram as centenas de pessoas que acompanharam a entrega do equipamento, que se transformou em um complexo. Além da Casa da Cultura, que agora se chama Ney Alberto (principal historiador de Nova Iguaçu, falecido em junho de 2012), o local continua sendo abrigo da biblioteca Cial Brito, do teatro Sylvio Monteiro e agora do Quintal das Artes, uma área aberta, que pode ser usada por qualquer artista que queira demonstrar sua produção. Sarau, dança, música, artesanato, circo, teatro ou qualquer outro tipo de manifestação artística poderá se apresentar no local.

Bornier fez questão de relembrar a importância da abertura do espaço, no ano de 2004. “Naquela época, foi um grande passo para toda a Baixada Fluminense, que é muito carente de equipamentos difusores da cultura. Hoje, estamos recuperando esse local, que ficou abandonado por muitos anos. Estou satisfeito com esse trabalho e espero dar mais atenção ao segmento nos meus próximos três anos de governo”, afirmou.

Emocionado, o secretário de Cultura de Nova Iguaçu afirmou que este é apenas o início do seu trabalho. “Tenho muito orgulho de poder ter devolvido esse local tão valorizado pela classe artística. Mas precisamos desenvolver mais ações. Temos quase milhão de habitantes e vou trabalhar para descentralizar as ações de cultura na cidade. Pensando nisso, já começamos a construção da primeira Lona Cultural de Nova Iguaçu, que será instalada na Praça Santos Dumont, no Centro, e seremos a segunda cidade do Brasil a ter um Plano Municipal do Livro, Leitura e Bibliotecas”, garantiu Wagner D’Almeida.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Turismo, Mario Marques, responsável pela inauguração da Casa de Cultura em 2004, durante seu mandato de prefeito (substituiu Nelson Bornier, de quem era vice), disse ter um sonho realizado. “A volta do Complexo Cultural Nova Iguaçu proporciona aos artistas da nossa terra uma posição de conforto. Eles estavam sem lugar para apresentar sua arte. Isso me proporciona uma grande satisfação pessoal”, concluiu.

A festa de reabertura

A programação do Complexo Cultural Nova Iguaçu contou com várias apresentações simultâneas, composta por artistas de toda a cidade, entre elas Fernanda Moraes, que cantou o Hino Nacional. O espaço do Teatro Sylvio Monteiro recebeu a orquestra infantil de violinos, Projeto Tocando o Sete, apresentação da peça de Iguassú Velho a Nova Iguaçu, exibição do curta “O dia que a terra não acabou”, além da posse dos novos membros do Conselho de Cultura. A sala de exposições recebeu a mostra “4 X Nova Iguaçu”, composta por módulos com acervo de fotografias antigas da Baixada Fluminense, telas, esculturas e arte sacra.

Os corredores lotados do Complexo Cultural Nova Iguaçu registraram, ainda, as presenças dos deputados Felipe Bornier e Xandrinho, do ex-deputado Jorge Gama, atual Assessor da Secretaria Estadual de Governo, do presidente da Câmara de Vereadores, Maurício Moraes, e do padre Marcus Barbosa, representante da Diocese de Nova Iguaçu.

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